Ética: ter, ou não ter.

Ética: ter, ou não ter.

Não há como se falar num “Código de Conduta Ética”, sem elencar os princípios éticos que refletem os valores de um grupo ou de uma organização.

Aliás, no âmbito empresarial, para atender à Lei nº 12.846/2013, um “Código de Conduta Ética”, deve:

  1. listar claramente os princípios e os valores adotados pela empresa relacionados a questões de ética e integridade (ex.: cidadania),
  2. citar as políticas da empresa para prevenir fraudes e ilícitos, em especial as que regulam o relacionamento da empresa com o setor público (sem descrevê-las pormenorizadamente. Recomenda-se que isso seja feito em documento à parte.),
  3. dizer claramente o que é vedado,
  4. informar sobre a existência e o objetivo de canais de denúncias. Proibir retaliação a denunciantes e citar os mecanismos existentes para protegê-los,
  5.  conter previsão de medidas disciplinares para casos de transgressões às normas e às políticas da empresa.

Um “Código de Conduta Ética” deve ser escrito de forma clara e concisa, ter linguagem de fácil compreensão e ser aplicado de forma abrangente aos diversos públicos que compõem ou interagem com um Grupo.

Sua concisão e simplicidade permitirão que ele se comunique com públicos cada vez maiores, favorecendo mudanças culturais.

Ser “mais ou menos” ético, é “não ser” ético.

O “agir ético” requer maturidade moral, porque trata-se de um compromisso pessoal com o que é definido como “certo”, melhor para todos.
Princípios éticos devem ser conhecidos, compartilhados e experenciados.
Numa sociedade justa, essa prática é incentivada.
Num ambiente ético, a justiça se faz.

Um “Código de Conduta Ética”, deve ser fonte de consultas, divulgação, discussões, mas, sobretudo, deve ser vivenciado.

 

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